Livro dos Asmodians

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Livro dos Asmodians

Mensagem  Maluko em Sab Dez 24, 2011 3:23 pm

Introdução

Isso não foi sempre assim. Há um tempo os dois lados deste mundo eram unidos como irmãos. Nós éramos iguais, nós tínhamos os mesmos ideais e nós dividíamos o mesmo propósito: proteger A Torre da Eternidade. Quando eles falharam, eles destruíram tudo. Nosso mundo, nosso povo, foram rasgados aparte.

Este lado do mundo é o que nós, Asmodians, chamamos de lar. Depois da Desgraça Épica nós fomos mandados para o meio da escuridão e do desconhecido, onde nós não tivemos nenhuma outra escolha a não ser nos adaptar e sobreviver. Cada e todos os dias o nosso mundo nos dava algo novo, abrindo nossos olhos para novas possibilidades e nos dando uma força inabalável para reconstruir nossas vidas mais uma vez. Foi por nossas experiências que nós conseguimos tanto. Não foram todos os dias que tivemos a oportunidade de recomeçar, de corrigir nossos erros

De qualquer forma, eu estou começando a entender tudo que aconteceu. Primeiro, uma introdução. Meu nome é Kineas e eu sou um Daeva, um Asmodian criado durante a grande luta contra os Balaur. Eu, junto com meu povo, fizemos todo o necessário para assegurar o nosso lugar de direito em Atreia, e nós vamos fazer qualquer coisa para proteger o que é nosso por direito. Se é guerra que Elyos desejam, então é guerra o que eles terão. O tempo de paz já foi há tempos, e nós só temos tempo agora para a retribuição.

Depois de tudo que aconteceu no nosso mundo, eu sinto que é o meu dever tornar justo todos os acontecimentos que nos trouxeram até aqui neste importante dia. Eu escrevi este diário para entender o que causou a mudança no nosso mundo.

Venha agora—leia e aprenda o que é ser um Asmodian!

Capítulo 1: Integridade


Primeiramente vou falar da era que existia mesmo antes do meu tempo. Nossas histórias contam contos de terras verdes e abundantes pastos, um mundo em que pudéssemos prosperar e crescer felizes com nossas famílias. Esta foi a era que existira mesmo antes dos Elyos e dos Asmodians existirem, quando nós simplesmente éramos conhecidos como humanos. Atreia era um só. Um tudo. Como se nós fôssemos apenas um, não havia divisão alguma, nem entre nossos mundos, nem entre as pessoas.

Anos se passaram assim, e de qualquer forma, nossos ancestrais estavam contentes. Eu não podia ajudar, apenas sentir raiva disso, que eles não celebraram o paraíso que tiveram, e que tinham apenas uma noção de que este mundo fora ocupado para dar. De qualquer modo, sabendo o que tinha acontecido com o contexto do tempo, e possivelmente isto é apenas através do benefício em retrospecto que nós podemos entender esses tesouros que nós já tivemos. Possivelmente mesmo sem esta devastação que nós agora chamamos de lar é um paraíso comparado a alguns outros lugares, apesar de eu ter achado difícil de imaginar um lugar mais irritante que este.

As coisas mudarão logo, Desde pequenos nós sabíamos o horror que Aion tinha armazenado por nós, que o nosso mundo estava a ponto de ver um grande e prolongado pesadelo prestes a explodir, expondo seus dentes viciosos e sede incontrolável por guerra.


Capítulo 2: Uma integração Demoníaca

Esses pesadelos de que eu falo, eles eram chamados de Draken, e eram aterrorizantes criaturas de se observar. Grandes e pesados, nossas armas provisórias eram inúteis contra suas grossas peles. Pior ainda, eles podiam soltar suas asas e voar até o céu em pouco tempo, restituindo nossas miseráveis defesas inúteis em um piscar de olhos. Logo nosso povo aprendeu a se esconder dos Draken, e sem um predador natural, seu número e confiança cresceu igualmente. Por muito tempo, suas silhuetas escurecidas, uma vez criadas pro Aion para dominar nosso mundo, eram uma visão comum no céu.

Seu desejo por poder era insaciável; espécies inteiras encolheram e morreram com sua fúria conforme os Draken descenderam. Eles trouxeram infernos queimando com eles e eles deixaram pouco mais que terras carbonizadas e arruinadas. Pouco depois da carnificina essas bestas começaram a mostrar sua inteligência. Depois de perceber as tendências de guerra de Krall e Mau, os Draken escolheram não destruir eles, mas submeteram o resto dos que existiam, salvando eles somente depois de jurarem lealdade eterna aos seus novos mestres. Foi durante essa época que os Draken experimentaram algo como uma evolução, e alguns deles começaram a crescer, maiores, mais fortes e mais inteligentes que seus colegas. Essas criaturas eram chamadas de Dragões, não Draken, e do seu número, cinco tomaram controle do resto. Estes cinco ficaram conhecidos como os Lordes Dragão (Dragon Lords).

Estes cinco, agora acordados, rapidamente reorganizaram suas forcas, criaram ranks militares na sociedade, e escolheram renomar os seu povo “Os Balaur”. Com seu novo título, essas bestas atacaram novamente com vigor renovado, dizimando os poucos grupos que sobraram e se recusaram a aceitar a submissão.

Eles ainda não estavam satisfeitos, e procurando oponentes mais poderosos, viraram sua atenção ao deus de Atreia, Aion, e exigiram os mesmos poderes que o nosso criador empunhava. Quando Aion recusou, os Balaur, cegados pela raiva e levados pela ganância, se viraram contra nosso deus, e pegaram suas forças para um ataque a grande Torre da Eternidade.


Capítulo 3: A Guerra Milenar

A mão de Aion foi forçada, e como forma de vingança, o deus criou doze figuras chamas Lordes Empyreanos. Estas criaturas, possuídas por beleza e força além de que nós já havíamos visto antes, e, como os Balaur, podiam voar usando o poder de uma substância estranha e curiosa chamada Aether. Nossa fé em nosso deus, e nossa devoção por Atreia fora reconhecida: estas criaturas foram criadas em nossa imagem, e vieram para salvar o mundo que muitos de nós aprendera a chamar de lar.

A batalha inevitável começara, e logo se tornou uma longa guerra sangrenta. Nós havíamos encontrado proteção ao redor da torre, dentro do escudo de Aether que os Lordes Empyreanos criaram para nós. De qualquer modo, o escudo era pequeno, e as terras ao redor do mesmo ficaram sob controle dos Balaur. Fora do escudo de Aether os nossos Lordes Empyreanos eram fracos assim como os Balaur eram dentro dele, e quando os Balaur perceberam isso, eles alinharam criaturas inocentes fora do escudo e exterminaram elas para fazer com que os Lordes saíssem do escudo. Eles eram criaturas cruéis, e suas ações somente solidificaram o nosso ódio por eles.

Este foi o tempo que nós chamamos de Guerra Milenar, um tempo em que os humanos poderiam prosperar novamente dentro das prósperas asas dos Lordes Empyreanos. Este também foi o tempo em que eu nasci, o tempo em que eu nasci, e com o tempo cresci e me tornei um jovem rapaz, eu descobri que o Aether que Aion garantiu a este mundo teve um efeito drástico em mim. O Aether reagira em mim, e eu a ele, e logo meus talentos foram descobertos por outros que nós só havíamos visto ocasionalmente. Estes outros, estes Daevas eram humanos no nascimento, mas possuíam a habilidade de manipular o Aether que fora usado pelos Lordes Empyreanos. Lentamente, mas com certeza eu aprendera a masterizar estas habilidades, e primeiramente eu podia somente congelar o ar ao meu redor, mas em poucos meses eu podia congelar meus oponentes nos seus lugares, e conjurar bolas de fogo para afundar os Balaur. Eu me encontrei honrado, como um deus, conforme os que antigamente me seguravam perto do seu peito, agora me colocaram em uma poderosa base. O sentimento que Eu, o filho de um simples fazendeiro pode causar sofrimento áqueles balaur era intoxicante - esta foi uma bênção de Aion que Eu nunca pude nem ter esperança de retribuir.

Logo o número de Daevas cresceu o bastante para os Lordes Empyreanos nos mobilizarem em uma força de combate. Eu entrei para a Legião, e progredi rápidamente através dos postos, deixando meu filho, um jovem garoto chamado Phalaris, para trás.


Capítulo 4: Covardia

Eu avancei pelas graduações. Minhas habilidades como um sacerdote eram superiores a de muitos outros Daevas e em um ano eu fui concedido o controle de toda uma Legião. A batalha foi violenta, e enquanto nos encontrávamos frequentemente em perigo diante dos Balaur, nossos Lordes Empíricos sempre estavam atenciosos em nos proteger. Nossas habilidades e táticas se aperfeiçoaram, e eventualmente estávamos aptos a matar seus dragões mais jovens, mais tolos, onde antes seríamos forçados a recuar para trás de nosso escudo de Aether. Estes foram pequenos passos, mas como todos os pais sabem, a criança precisa aprender a andar antes de poder correr.

Então chegou o dia que nos abalou.

Lorde Israphel, um dos dois Guardiãos da Torre da Eternidade - Lorde Israphel, que desprezou os Senhores Dragões como nenhum outro - declarou que deveríamos manter a paz com eles. O propósito da guerra, ele concluiu, não era aniquilar os Balaur. Era proteger Aion.

Eu fiquei atônito; espantado porque um de nossos salvadores havia perdido sua determinação tão facilmente, espantado porque sua coragem e determinação implacável haviam rebentado tão... tão repentinamente. Havia temor nos Lordes Empíricos de começo. No momento, até a perspectiva de se fazer paz era inconcebível... uma ridicularidade. Parecia que éramos todos uma só mente. A proposta de Israphel era absurda.

E ainda, não demorou muito para que os Senhores mais fracos mostrassem que eles nunca tiveram realmente estômago para batalhar, e demorou para o dever da honra os fosse recobrado. Lady Ariel foi a primeira a render-se, e com palavras adocicadas ela discursou sobre a sabedoria de Israphel, sua superioridade, sua bravura - bravura! - em ousar propor a paz. Ela teve a audácia de nos dizer como nós, Daevas, devíamos pensar e agir.

Como ela e seus seguidores esqueceram tão rapidamente de sacrifícios de milênios. Que valor insignificante eles puseram sobre o sangue derramado de muitos de nossos parentes.

Mas outros Senhores ainda tinham verdadeiro aço em seus espíritos. Assim como um Daeva eu tive de crescer para conhecer alguns de nossos Senhores, e um deles cujo eu me identifiquei mais era um grande e nobre Senhor chamado Asphel. Sua determinação sempre foi forte, e eram em suas missões que sempre tínhamos os maiores sucessos. Suas condutas e habilidades sempre foram uma inspiração para muitos de nós; então quando o rogo insípido de Ariel começou a pender um tanto, e eu vi as caretas na face de Asphel, eu soube onde depositar minha dedicação. Ele resistiu, e nós resistimos com ele. Ele repreendeu severamente Ariel por seu desdém pelos honrados mortos, e arruinou a iniciativa de paz como uma igênua e mal orientada perda de tempo.

O salão estourou em fúria. Ainda ressoa em meus ouvidos... o bramido, a confusão, as palavras de acusação e ódio, a medida que cada lado se trilhava com o outro. Do outro lado, eu vi Israphel falando palavras fervorosas a Siel, que escutava gravemente. Israphel insistiu que nós poderíamos defender Aion trabalhando rumo a paz, qeu não através de constante guerra. Para meu horror, Siel estava inclinado.

Para preservar algum fragmento de harmonia, todos de nós concordamos partimos do grande salão e deixamos os Doze Lordes Empíricos em seu debate. Eu segui com meus companheiros de armas que tinham o ponto de vista de Asphel como sendo o único realmente justo; mas os outros foram às escondidas pela noite, na companhia de seus companheiros covardes, em grupos próprios. Já nós estávamos nos formando em acampamentos separados, conforme tomamos partido do digno ou do fraco.

Nós esperamos pacientemente pelo resultado desta noite. Eu lembro bem disto; Eu recordei olhando através de nosso mundo, vendo plumas de fogo queimando a distância, e sabendo que não havia jeito de que a paz pudesse existir entre os Balaur e nós. Eu meditei e lembrei das décadas de lutas perpétuas, lembrei daqueles olhos negros sem alma, sem piscar e impiedosos assim como eles massacraram meus amigos e minha família, por nenhuma melhor razão que a simples, desejo bestial pela dominação.

Eu sabia que Siel rejeitaria a proposta de Israphel. Eu sabia que Asphel sustentaria seu caso, nosso caso, e que os outros, mesmo a própria Lady Ariel, veriam bom senso e concordariam. Eu sabia disso; e mesmo quando os Senhores Empíricos finalmente surgiram, a decisão que foi tomada abalou meus nervos, e deixou a mim e a minha Legião vacilantes. Lady Siel cedeu. Diante de todos os nossos protestos, ela e Israphel, como Guardiões da Torre, mantinham autoridade final sobre os Doze. A decisão era definitiva. Nós tínhamos de lidar com os Balaur. Eu já havia escutado a voz de Ariel erguer-se em triunfo jubilante, e o som de suas quatro cortes cantando alguma canção de paz sem sentido.

Asphel veio adiante, sua face era puro frenesi. Assim que ele partiu, eu alcei voo atrás dele, assim como um significante número de meus companheiros Daevas na cidade.


Capítulo 5: O Cataclisma Épico

Então, dentro de dias, a desencaminhada coferência de paz começou. Como sinal de respeito aos cinco Senhores Dragões, o Escudo de Aether ao redor da torre foi arriado, e eles foram convidados a adentrar a colossal estrutura para as negociações. Uma vida inteira passou no espaço de poucos minutos. Eu olhei nos olhos de meus legionários, e vi a desconfiança e raiva de que nossas convicções haviam sido tão fracas a deixarem essas bestas, que nos teriam feito ajoelhar-nos diante deles mesmo agora, tratar conosco. Eu virei para o meu mais confiável centurião, e fui falar com ele, quando, tão rápido como um estalar de dedos, tudo mudou. Haviam gritos, confusão, uma turba. Um dos Balaur havia caído, e o Senhor Asphen estava posicionado pronto para batalha, seus olhos em chamas.

Os Balaur atacaram. Vozes gritaram por Siel e Israphel para reerguerem o Campo Eterico novamente, mas por um segundo, eles nos desapontaram. Perdido no tumulto, eles não puderam agir para defender a Torre. Sob as garras e armas dos Balaur, a Torre começou a lascar e fragmentar.

Eu lembro da face atormentada de Israphel, arruinado pela culpa, enquanto ele direcionava o Senhor Asphel e todas as suas legiões Daeva para o norte, enquanto Siel guiava as de Ariel e as suas para o Sul. Havia uma última esperança. Trabalhando em dois grupos, um em cada fim da Torre, os Lordes Empíricos poderiam fazer tudo em seu poder para evitar que a Torre ruísse.

Nós nos protegemos rápidamente. Aqueles no sul, nós sabemos agora, não o fizeram.

Em um instante nosso mundo foi imerso na escuridão a medida que a luz da Torre se extinguia. As pessoas entraram em choque, gritando enquanto corriam para todas as direções.

Eu lembro como se fosse ontem; eu lembro de olhar pra cima e ver cacos da torre ruírem e caírem, iluminados somente pela bruxuleante luz da grande estrutura. Eu lembro parado ali, enraizado no lugar enquanto um grande fragmento desprendeu-se da torre e começou a cair em minha direção. Eu lembro bem deste dia... este foi o dia que eu conheci outra dádiva que ser um Deva me concedeu: a imortalidade.

Eu acordei, olhei através de nosso mundo, e vi Atreia despedaçada em duas partes. A parte inferior tendo sido mergulhada numa ardente e brilhante luz, enquanto a nossa foi imersa na gélida e desolada escuridão.

A conferência de paz havia terminado.


Capítulo 6: Consequências

Lentamente nosso olhos se adaptaram, e vagarosamente nós encontramos uns aos outros. Nosso povo estava perturbado, apavorado: ninguém sabia como havíamos sobrevivido a tudo. Eu falei às pessoas que conseguia encontrar para acampar e permanecerem aquecidas; eu então fui rumo ao toco que era a base de nossa torre.

Foi lá que encontrei uma benção: os cinco Lordes Empíricos que haviam sido enviados para manter Aion intacto, ainda vivos. Eles nos agruparam juntos, nos contaram que nosso mundo havia mudado para sempre, e nos contaram porquê. Pior ainda foi o custo da tentativa de paz. Nós havíamos perdido milhões, e Siel e Israphel, os dois guardiãos da torre, haviam se sacrificado para que nós pudéssemos viver em seus lugares. Em vida eles haviam cometido uma grande tolice, mas suas mortes não foram sem honra, e em silêncio nós os lembramos.

Eu retornei a nosso acampamento paliativo logo depois e ajudei a construir uma enorme fogueira para atrair outros sobreviventes. Após poucos dias, milhares viriam a nós, exauridos, machucados, e perturbados com os eventos que haviam acontecido. Eu fui afortunado o suficiente para encontrar Phalaris, meu filho, dentre os sobreviventes, posto que ninguém que eu conhecesse de minha colônia houvesse sobrevivido.

Dias passaram, então semanas. Tornou-se evidente que nosso mundo, nosso despedaçado mundo, havia estabilziado, e o nosso destino estava novamente em nossas mãos. Aion, pelo que pareceu, havia partido, assim como o poder do Aether que havia me cedido. Pela primeira vez em muito tempo, eu me senti vulnerável novamente. Não querendo deixar o medo controlar minha razão, eu falei com Asphel, e falei sobre planos de fundar nova residência para todos nós.

Setecentos e cinquenta longos anos se passaram, e neste tempo eu vi muitas coisas mudarem. Logo nós ficamos sem lenha, ainda que nossos olhos já estivessem se adaptando a escuridão invasora. Nossa vila foi construída, nomeada "Pandaemonium", e logo se expandiu a uma grande cidade. Eu vi nosso povo prosperar, adaptar, evoluir contra toda a disparidade, sempre sobre a orientação de nossos Lordes Shedim.

Nossa evolução também tomou características físicas; nossa pele empalideceu sob essa escuridão tragante, e o solo duro, espalhado de escombros como navalhas afiadas, transformou nossos pés em garras. Nossas mãos, também, adquiriram graciosas garras, pode-se dizer que mais ninguém de nossa raça estará desarmado novamente. Essas marcas foram difíceis pra mim de aceitar, mas se elas foram necessárias a nossa sobrevivência, e foram, então nós não tínhamos escolha senão carregar seu fardo. Para nós, elas eram o preço que da tentativa de paz de Israphel, cuja Ariel foi tola demais de amparar.

Neste tempo eu também vi Phalaris envelhecer e morrer, junto com os filhos de seus filhos. Assim é a vida de um Daeva.


Capítulo 7: O Abismo

Um dia uma coisa curiosa acontecera. Os fragmentos da torre que mergulharam na nossa frágil terra começaram a emanescer luz novamente, e então se arrancaram do chão e entraram no ar ao nosso redor. Asphel ordenou que Archons, o mais forte de nossos Daevas, e a unidade em que eu fazia parte, invistigar.

Nós fomos imediatamente, e encontramos um portal de algumas descrições que nos levou a um mundo, um lugar entre Asmodae e a parte de baixo de Atreia, onde pilares de pedra flutuavam no ar, este foi o mundo onde o Aether que me deu os poderes estava presente em abundância, e eu senti um alívio enorme ao encontrar minhas habilidades ainda intactas. Eu retornei a Pandaemonium e contei aos nossos Lordes Shedim o que tinhamos visto. Asphel imediatamente ordenou os outros Archons a cuidar deste portal, e quando eu pedi por que, ele não respondeu, mas simplesmente observou o céu, através da parte de baixo de Atreia.

Dois dias depois, quando nós estávamos planejando a segunda expedição através do portal, nós percebemos que nossos guardas situados em Morheim não haviam relatado para nós. Zikel, um dos Lordes Shedim e o nosso deus da destruição, levou os Archons restantes, incluindo eu, para investigar.

Nós não havíamos viajado muito quando encontramos um grupo de homens, reclamando por serem da parte de baixo de Atreia, parados em seus lugares, suas armas desembanhadas. Esses seres pareciam anjos, e apesar deles terem dito baixo, eles lançram julgamento em nós instantâneamente. Imagine - ser julgado por um crime que eles, não nós, cometera! Não éramos nós que éramos os cretinos de coração mole, dando as boas vindas aos Lordes Dragão dentro de nossa torre durante uma guerra de grande escala - foram eles!

A raiva de Zikel era mais que evidente, e ele jogou estes "Elyos" no chão, exigindo que eles amaldiçoem Nekazan, um dos Lordes Empíricos que fora fraco o bastante para pedir paz para os Balaur. Tempo, Zikel discutiu, provara qual lado estava errado. Iriam estes Elyos confirmar o erro dos seus loerdes e condená-los pela sua tolice?

O seu líder, um homem chamado Deltras, recusou. Com o orgulho de que nós sabemos qual é a mácula de todos os Elyos, ele humildemente recusou repreender os seus próprios lordes, amaldiçoando Zikel no lugar deles. Espadas foram desembanhadas, e nós os atacamos, os cortando como os covardes que eles eram. Ainda, alguns deles escaparam; a maioria fugiu para a nossa cidade onde em seu ódio eles assassinaram nossas mulheres e crianças antes de nós terminarmos com eles. Dois fugiram para a sua terra natal, ensanguentados mas não vencidos. Ainda não.

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